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28/05/2019

Você sabe por que morar de aluguel não é uma boa opção? Saiba aqui!

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Normalmente, quando precisamos sair da casa dos pais, a primeira coisa que vem à mente é: “vou morar de aluguel”. A razão desse senso tão comum é devido à praticidade de ter um teto para chamar de “seu” apenas assinando um contrato e pagando alguns valores. Mas vamos combinar que comprar um imóvel próprio é, sem dúvida, o desejo de quase 100% das pessoas.

Está na dúvida se deve ou não fechar um contrato de locação? Para ajudar você, separamos alguns fatores negativos de morar de aluguel. Nosso objetivo não é sermos tendenciosos, mas, sim, servir como um amigo que deseja colaborar com a sua felicidade. Então, vamos ponderar juntos?

Quais são os pontos negativos de morar de aluguel?

Mesmo que a ansiedade para ter a sua independência seja grande, talvez o melhor a se fazer é acalmar os ânimos, analisar e esperar um pouco antes de alugar um imóvel. Principalmente, se você não consegue lidar bem com as exigências que a locação impõe. Vejamos algumas delas a seguir.

Autorização para fazer reformas

Como é bom quando conseguimos “imprimir” nossa personalidade nos ambientes internos do imóvel. Dá aquela sensação gostosa de aconchego e nos sentimos no nosso paraíso particular. Porém, é possível que você não vivencie esses sentimentos em um imóvel alugado, e o motivo é simples: o proprietário tem o poder de conceder ou não a permissão para reformas.

Para confirmar essa informação, basta consultar a chamada lei do inquilinato (n0 8.245/91), que diz que qualquer obra feita pelo locatário, seja para embelezar um cômodo ou impedir que uma parede desmorone, precisa ter a permissão do proprietário expressa no contrato. Do contrário, o inquilino não será reembolsado.

Diante disso, temos um conselho: fuja da locação se você não aguenta a ideia de solicitar autorização para realizar uma melhoria no imóvel. Nesse caso, o seu dinheiro não comprará essa liberdade.

Aumento de preço

Não precisa entender de economia para saber que existem indicadores oficiais que regulam o reajuste anual do aluguel. Um deles é o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) fornecido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Nosso objetivo não é dar uma aula de tributação, mas faremos juntos um cálculo simples só para você entender a relação entre o IGP-M e a locação.

Digamos que o seu contrato de locação faça aniversário em abril. Para atualizar o valor das prestações, o proprietário levará em conta o acumulado do IGP-M dos últimos 12 meses — suponhamos que seja 8,28%. Sendo assim, se o aluguel era de R$ 1.500,00, ele subirá para R$ 1.624,20. Então, tão certo como as contas que “batem na porta” todo fim de mês, será a elevação anual do valor do aluguel.

Dificuldade em adquirir um bem próprio

Alguns especialistas em planejamento financeiro afirmam que, pelo menos, 30% do nosso salário deve ser direcionado para um fundo de reserva. Esse dinheiro pode ser utilizado para comprar um imóvel à vista ou dar uma boa quantia de entrada em um financiamento.

Uma alternativa é aplicar o capital em um fundo de investimento para ganhar com os rendimentos. Dependendo do tipo de investimento, a rentabilidade pode ajudar a pagar parte ou o valor total das prestações do financiamento sem usar o dinheiro líquido reservado.

Porém, pagando aluguel, todas as estratégias citadas para comprar um imóvel próprio podem “sair pelo ralo”. Afinal, como poupar um valor que precisa ser direcionado para as prestações locatícias?

Se puder evitar um contrato de aluguel, faça isso — afinal, não há nada melhor que obter um imóvel todo seu. Além de sentir o prazer de possuir um patrimônio, seu sono será embalado por “doces sonhos” em vez de preocupações com o próximo pagamento da locação.

Gostou do nosso conteúdo e percebeu que morar de aluguel não é a melhor opção? Então, o que acha de entender como usar o FGTS na compra do imóvel? Boa leitura!

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